Foi inaugurada, esta manhã, a exposição «Francisco Marto: “candeia que Deus acendeu’», no dia em que passam 90 anos da morte do beato
Foi inaugurada, esta manhã, a exposição «Francisco Marto: “candeia que Deus acendeu’», no dia em que passam 90 anos da morte do beatoNo dia em que passam 90 anos sobre a sua morte, e no ano em que se assinala o centenário do nascimento deste pastorinho de Fátima, foi inaugurada uma exposição que pretende dar a conhecer a figura de Francisco Marto. Uma cerimónia em que participaram dezenas de pessoas.
O fato de baptismo de Francisco, o saco do farnel, várias fotografias, pagelas, um pedaço do galão do caixão, relíquias e ofertas de ouro ao beato, entregues no Santuário podem ali ser vistas. Há um núcleo de peças ligadas à trasladação de Francisco do cemitério de Fátima para a Basílica do Rosário, no Santuário, em 1952, que nunca estiveram expostas.
Uma das peças desta exposição, o barrete do Francisco, pertence ao Museu de arte Sacra e Etnologia de Fátima, dos missionários da Consolata. Há outros objectos que são de forte valor simbólico. Um dos que mais emocionou um dos responsáveis da exposição, Marco Daniel Duarte é a última peça que faz parte desta mostra de quase uma centena de peças. Trata-se de uma assinatura de Francisco Marto, das únicas que se conhecem.
Integram a exposição três núcleos que pretendem fazer evocação de Francisco Marto enquanto criança de aljustrel, enquanto vidente de Nossa Senhora e enquanto beato da Igreja. a mostra pode ser visitada entre as 9h e as 19h, diariamente. Ficará patente ao público, no vestíbulo do Convivum Santo agostinho, no complexo da Igreja da Santíssima Trindade, até 30 de Junho.