Meia centena de pessoas participou numa concentração junto à Embaixada da China, em Lisboa, para assinalar o 50º aniversário da revolta falhada tibetana contra Pequim e a fuga do Dalai-Lama para o exílio
Meia centena de pessoas participou numa concentração junto à Embaixada da China, em Lisboa, para assinalar o 50º aniversário da revolta falhada tibetana contra Pequim e a fuga do Dalai-Lama para o exílioDireitos humanos para chineses e tibetanos, Libertem os presos políticos, Ontem por Timor, Hoje pelo Tibete, Liberdade no Tibete foram as palavras de ordem gritadas pelos manifestantes, sobretudo jovens. a manifestação de apoio pretendeu alertar o governo portugês para agir com mais firmezaa favor do povo tibetano, afirmou alexandra Correia.
a responsável do Grupo de apoio ao Tibete apela a acções como a libertação dos presos políticos e o direito à religião, como faz a alemanha e a França, adianta a Lusa. Esta foi apenas uma manifestação pública para assinalar o 50º aniversário da revolta falhada tibetana contra Pequim.
Desde o final de Fevereiro, o Grupo de apoio ao Tibete está a enviar postais com a bandeira tibetana aos deputados da Comissão dos Negócios Estrangeiros e aos líderes parlamentares. Pedem aos deputados que reconheçam os esforços do Dalai Lama e do povo tibetano e apelam ao governo chinês para libertar os prisioneiros políticos tibetanos.
Está a circular um abaixo-assinado endereçado a Thomas Mann, presidente do intergrupo do Tibete no Parlamento Europeu em que se apela à implementação da resolução do Parlamento Europeu de 6 de Julho de 2000: o reconhecimento do governo tibetano no amílcar
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