Como há leis “inadequadas ou ineficazes” para combater o fenómeno, os “mais vulneráveis continuam a sofrer agressões”
Como há leis “inadequadas ou ineficazes” para combater o fenómeno, os “mais vulneráveis continuam a sofrer agressões”Há países que ainda não reconhecem a existência do racismo como um fenómeno, advertiu a alta comissária para os Direitos Humanos, Louise arbour, agora que arrancaram em Genebra as reuniões preparatórias da revisão no próximo ano da Conferência Mundial contra o Racismo, em 2001.
as leis nacionais e as medidas necessárias para assegurar a sua eliminação na maioria dos países ou são inadequadas ou ineficazes, argumentou Louise arbour.como resultado, os grupos mais vulneráveis continuam a sofrer agressões enquanto os seus agressores continuam a gozar de impunidade.
a alta comissária para os Direitos Humanos acrescentou que apenas alguns países têm implementado os planos necessários de acção para remediar esta situação.
O processo de preparação para a Conferência de Revisão de Durban, em 2009, começou em 2006, mas sua primeira reunião mais substantiva foi realizada esta terça-feira pelo Comité Preparatório.
Esta Conferência vai avaliar o progresso e a execução a nível regional, nacional e internacional da Declaração e do Plano de acção adoptado pela Conferência Mundial de 2001 contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e a Intolerância.