Presidente timorense já está em Dí­li, mais de dois meses depois do atentado. agradeceu à GNR e ouviu a ONU a pedir a promoção da democracia e a consolidação da paz
Presidente timorense já está em Dí­li, mais de dois meses depois do atentado. agradeceu à GNR e ouviu a ONU a pedir a promoção da democracia e a consolidação da pazJosé Ramos-Horta chegou esta quinta-feira a Timor-Leste em clima de forte emoção – e com muita segurança. O regresso do Presidente timorense, mais de dois meses depois do atentado de que foi vítima e levaram à sua hospitalização na austrália, foi marcado pelo apelo do chefe da Missão das Nações Unidas no território (UNMIT), que exortou os dirigentes e o povo da jovem nação a reforçarem o seu compromisso em assegurar uma paz duradoura.
atul Khare, representante do secretário-geral das Nações Unidas e chefe da UNMIT, saudou o Presidente no aeroporto da capital, Díli, e assegurou-lhe o apoio da ONU no retomar das suas funções. Ramos-Horta aproveitou para agradecer já esta sexta-feira em Díli o apoio inestimável da GNR no país e recordou a intervenção do contingente português a 11 de Fevereiro, para evitar males maiores na sequência do duplo atentado, que visou também no dia Xanana Gusmão, primeiro-ministro, que escapou ileso.
Khare disse aguardar a continuação do trabalho da ONU com o Presidente na promoção da governação democrática, no reforço do Estado de direito, apoiando a revisão e a reforma do sector da segurança, bem como a promoção do desenvolvimento socioeconómico.
O regresso do Presidente Horta é uma oportunidade para a sociedade timorense continuar com determinação renovada [a promover] o futuro de Timor-Leste, acrescentou. Uma paz consolidada depende do empenho de todos, incluindo os políticos, os responsáveis pela segurança e os cidadãos de Timor-Leste, insistiu.

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