“é preciso clarificar essas questões. Tenho conhecimento, por exemplo, do taxar dos depósitos relativos às dádivas dos peregrinos de Fátima, que dão para fins religiosos. Isso é objecto de controvérsia”
“é preciso clarificar essas questões. Tenho conhecimento, por exemplo, do taxar dos depósitos relativos às dádivas dos peregrinos de Fátima, que dão para fins religiosos. Isso é objecto de controvérsia”Em entrevista ao Diário de Notícias, na edição de hoje, o reitor da Universidade Católica Portuguesa defende que é precico fomentar o respeito pela Igreja Católica. Tem havido, nos últimos tempos, várias manifestações de opinião por parte de membros da hierarquia católica em relação à necessidade de regulamentação da Concordata, lembra.
Em matéria de fiscalidade, há disparidade de entendimentos daquilo que constitui actividade de fim religioso e actividade que o não tem, considera. O reitor assinala ainda que, quanto a liberdade religiosa, há nomeações de capelães que não estão a ser feitas e surgiram projectos regulamentares que não respeitam a livre prestação de assistência religiosa, porque impõem condições dificultadoras da sua prestação.

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