Igreja de Moçambique celebra 20 anos da visita do Papa João Paulo II, Setembro de 1988, e o terceiro aniversário do pontificado de Bento XVI
Igreja de Moçambique celebra 20 anos da visita do Papa João Paulo II, Setembro de 1988, e o terceiro aniversário do pontificado de Bento XVIO promotor desta iniciativa foi o Núncio apostólico em Moçambique, George Panikulam. Não poupando esforços, conseguiu reunir, na Sé Catedral de Maputo, a 6 de abril, e na sede da Nunciatura apostólica, a 8 de abril, as mais altas personalidades da vida política, social, académica e eclesiástica de Moçambique. Destacou-se entre todas a presença do presidente da República de Moçambique, o armando Emílio Guebuza.
O Núncio apostólico convidou os presentes a celebrarem as efemérides com um sentimento especial de agradecimento a Deus. São dois Sucessores de Pedro, decididos a dar uma civilização do amor e uma nova esperança ao mundo contemporâneo privado de amor e de esperança e cheio de ódio e desespero.
Hoje em dia, disse o Núncio apostólico, Moçambique é exemplo para muitos países africanos em conflito, mostrando como se pode vencer o ódio com o amor, e a desilusão com a esperança. E lembrou as palavras do Papa Wojtila: as armas não são caminho para a paz real, humana e duradoura [… ]. abandonem os caminhos da violência e da vingança; e retomem os caminhos da justiça, de dignidade, do direito e da razão; deixem de matar.
Na homilia, o Núncio apostólico sublinhou quanto afirma Bento XVI: Não há qualquer ordenamento estatal justo que possa tornar supérfluo o serviço do amor. Quem quer desfazer-se do amor, prepara-se para se desfazer do homem enquanto homem. Já quase a concluir, acrescentou: Toda a obra da Igreja é para mostrar à humanidade o rosto deste Deus, fundamento da esperança. Sem a esperança o mundo não tem futuro e a humanidade ficará nas trevas do desespero.
Um brinde concluiu a celebração com votos de paz para o país, a pedido do Núncio apostólico e outro com votos de saúde para Bento XVI, pelo presidente da República, armando Emílio Guebuza. Os gestos confirmam o alto nível das relações diplomáticas entre a Igreja e o Estado de Moçambique.

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