Incidentes violentos e motins de multidões contribuem para sensação de insegurança nos últimos meses. Há desafios a que é preciso responder
Incidentes violentos e motins de multidões contribuem para sensação de insegurança nos últimos meses. Há desafios a que é preciso responder a paz ainda não se enraizou na Libéria e é muito cedo para declarar a vitória. Por isso mesmo, é essencial que a polícia e as forças militares da Missão das Nações Unidas (Unmil, na sigla inglesa) na Libéria permaneçam no país.
a Libéria enfrenta hoje desafios relacionados com a segurança, o Estado de direito e o desenvolvimento económico. Mas qualquer perspectiva das Nações Unidas reduzirem a presença da Unmil só deve ser abordada se o país for capaz de consolidar os progressos realizados até agora, especialmente naquelas três áreas, confirmou a responsável máxima da ONU na Libéria.
a esperança e a tranquilidade que vemos hoje é mitigada por uma delicada e frágil paz, insistiu Ellen Margrethe Løj, a representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a Libéria, numa reunião do Conselho de Segurança realizada esta segunda-feira.
Løj salientou que, embora a situação no país da África ocidental seja estável, nos últimos meses se tem assistido a vários incidentes violentos em plantações de borracha e em zonas mineiras de diamantes, bem como a motins de multidões. Estes incidentes reforçam a necessidade de reformar o sector da segurança no país, que tenta recuperar de uma devastadora guerra civil.

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