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Depois da Europa, onda de calor ameaça América Central
Texto F.P. | Foto DR | 18/07/2019 | 07:02
Previsões apontam para um possível aumento significativo das temperaturas nos meses de julho e agosto, que podem causar efeitos prejudiciais à saúde humana. Países em risco aconselhados a tomarem medidas de prevenção
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Na sequência das atuais ondas de calor na Europa e das previsões que esse fenómeno poderá atingir várias partes das Américas, a Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou um alerta aos países da região, para que estejam preparados para minimizar o impacto que esta situação pode ter na saúde das pessoas.

As previsões meteorológicas para a América do Norte, América Central e Caraíbas apontam para ondas de calor durante os meses de julho e agosto, o que, segundo a OMS, poderá fazer aumentar o stresse induzido pela seca, levar a incêndios florestais e ter efeitos prejudiciais à saúde humana.

Durante o verão passado, por exemplo, sete países das Américas - Argentina, Brasil, Chile, México, Paraguai, Peru e Uruguai - foram afetados por ondas de calor, um fenómeno que nunca tinha sido observado na região. Antes, as ondas de calor com mais impacto tinham-se registado em 2010, no Brasil, e causado 737 mortes, e em 2013-2014, na Argentina, com 1.877 vítimas mortais.

A OMS recorda que a exposição ao calor causa sintomas graves como insolação, condição que causa desmaios, assim como pele seca e quente, devido à incapacidade do corpo de controlar altas temperaturas. A maioria das mortes relacionadas com o calor deve-se ao agravamento das condições cardiopulmonar, renal, endócrina e psiquiátrica.
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