O único número aceitável de mortes por causa das minas terrestres é zero, insiste Ban Ki-moon. Que defende que se ajude os 500 mil sobreviventes destas armas mortíferas
O único número aceitável de mortes por causa das minas terrestres é zero, insiste Ban Ki-moon. Que defende que se ajude os 500 mil sobreviventes destas armas mortíferasO secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, insistiu num maior apoio aos quase 500 mil sobreviventes de minas terrestres e resíduos explosivos de guerras por todo o mundo para lhes permitir concretizar os seus direitos e ser membros produtivos da sociedade.
Sem esse apoio, argumenta Ki-moon, sobreviventes podem ter de enfrentar uma vida de pobreza e discriminação, a falta de adequados cuidados de saúde ou de serviços de reabilitação. Esta mensagem foi divulgada no Dia Internacional para Consciencialização das acções das Minas, observado anualmente a 4 de abril.
Enquanto os esforços globais para remover minas e a educação para os perigos das mesmas têm ajudado a reduzir o número de vítimas destas armas para cerca de seis mil em 2007 – uma acentuada queda em relação há alguns anos atrás – o secretário-geral salientou que apesar disso, o único número aceitável de mortes é zero.

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