Os dados são oficiais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatí­stica (IBGE) e apontam para uma diminuição “lenta” do número de crianças a trabalhar
Os dados são oficiais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatí­stica (IBGE) e apontam para uma diminuição “lenta” do número de crianças a trabalharDe 2004 para 2006 a taxa de ocupação de menores passou de 11. 8 por cento, para 11. 5 por cento. a Pesquisa Nacional por amostra de Domicílio (PNaD) indica que a maioria das crianças trabalhava em actividades agrícolas, sem qualquer remuneração. Pequenos trabalhadores que têm entre cinco e 13 anos.
a PNaD informou que mais de 22 milhões de crianças e adolescentes realizavam algum tipo de trabalho doméstico em 2006. Ou seja, pessoas com idades entre os 5 aos 17 anos realizavam tarefas, o que representa 49. 4 por cento do total dessa faixa etária.
Quanto a sexos, o feminino é aquele que mais cedo trabalha, com 62. 6 por cento de casos registados. Metade, 36. 5 por cento das tarefas são desempenhadas por elementos do sexo masculino, com destaque para a região nordeste, a mais pobre do Brasil.
O documento, citado pela Lusa, refere que a taxa de escolarização de crianças e adolescentes, dos sete aos 14 anos, é superior a 95 por cento em todas as regiões brasileiras: a taxa feminina supera a masculina.

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