Conselho de Segurança deve “tomar medidas especí­ficas e concretas” contra as partes que persistam na utilização ou no abuso de menores em guerras
Conselho de Segurança deve “tomar medidas especí­ficas e concretas” contra as partes que persistam na utilização ou no abuso de menores em guerrasO Conselho de Segurança tem de tomar medidas específicas e concretas contra as partes que persistam na utilização ou no abuso de crianças em conflitos armados em todo o mundo, exortou esta terça-feira a representante das Nações Unidas, ao afirmar que se deve passar das palavras bem-intencionadas para acções eficazes.
a representante especial do secretário-geral para as Crianças e Conflitos armados, Radhika Coomaraswamy, assinalou a persistente impunidade para os violadores que usam ou abusam de crianças em guerras.
Da República Democrática do Congo à Birmânia e do Sri Lanka ao Uganda, muitos exércitos ou grupos rebeldes continuam nos conflitos armados a matar, mutilar, raptar, assaltar ou abusar sexualmente de crianças. além do mais, negam o necessário acesso humanitário às crianças que precisam e continuam a recrutar e a utilizar crianças-soldados. No total, pelo menos 58 grupos são conhecidas por serem reincidentes.

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