Há progressos em alguns países. Mas o recrutamento de menores ainda se pratica em, pelo menos, 13 países
Há progressos em alguns países. Mas o recrutamento de menores ainda se pratica em, pelo menos, 13 paísesSem dispor de estimativas precisas, as Nações Unidas afirmam que entre 250 mil a 300 mil crianças, em todo o mundo, estão a ser recrutadas para lutar em conflitos armados, violando assim o direito internacional, afirmou um funcionário da ONU, apesar de se terem registado alguns progressos nos esforços para resolver o problema, nomeadamente na Costa do Marfim, Serra Leoa e Libéria.
No último relatório sobre crianças e conflitos armados, o representante especial do secretário-geral da ONU para a questão, Radhika Coomaraswamy, expressou a esperança de que o Conselho de Segurança possa tomar medidas decisivas para responder às conclusões do documento de Ban Ki-moon.
Os países onde grupos militares ou as tropas governamentais violam as leis que proíbem o recrutamento forçado de crianças são o afeganistão, Birmânia, Burundi, Chade, Colômbia, Nepal, Filipinas, República Centro-africana, República Democrática do Congo (RDC), Somália, Sudão, Sri Lanka e Uganda.

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