Em Lisboa reúne uma conferência internacional sobre o narcotráfico na Guiné-Bissau. Pretende-se recolher os fundos necessários para organizar e desenvolver o combate à droga naquele país
Em Lisboa reúne uma conferência internacional sobre o narcotráfico na Guiné-Bissau. Pretende-se recolher os fundos necessários para organizar e desenvolver o combate à droga naquele paísO primeiro primeiro-ministro guineense, Martinho Dafa Cabi, lidera uma delegação de vários ministros e responsáveis judiciais do seu país à conferência internacional de Lisboa, a 19 de Dezembro. Sem a ajuda internacional adequada, o executivo de Bissau é incapaz de levar por diante o combate ao narcotráfico no país.
a droga, sobretudo cocaína, proveniente da américa Latina, passa pela Guiné rumo à Europa. a falta de meios humanos, devidamente preparados, de meios materiais, designadamente viaturas e prisões adequadas à detenção dos narcotraficantes, não permite à Guiné-Bissau controlar os movimentos de grupos de narcotraficantes latino-americanos.
O plano de combate ao narcotráfico custa 13 milhões de euros. Foi elaborado pelo departamento das Nações Unidas contra as Drogas e o Crime. Os fundos são esenciais à execução do plano para prevenir e combater o tráfico de droga, promover o estado de direito e a efectiva administração da Justiça.
O parlamento guineense deverá aprovar ainda hoje várias convenções do Direito Internacional, nomeadamente no âmbito do combate ao narcotráfico. Sem a aprovação destas convenções, a Guiné-Bissau não reúne as condições necessárias para receber o apoio financeiro que a conferência de Lisboa estuda e procura.

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