apesar do progresso verificado, com a diminuição de vítimas e a eliminação das armas, é preciso fazer mais
apesar do progresso verificado, com a diminuição de vítimas e a eliminação das armas, é preciso fazer maisNa véspera do 10º aniversário da adopção do Tratado de Proibição de Minas anti-Pessoais, representantes das Nações Unidas juntaram as suas vozes à necessidade de uma maior acção para a eliminação destas armas, apesar dos francos progressos registados.
Numa declaração conjunta dos chefes dos departamentos da ONU, agências humanitárias, fundos e programas que constituem a Equipa de acção sobre Minas, foi confirmado o declínio contínuo de vítimas, o retorno de áreas anteriormente minadas ao uso civil e a destruição de dez milhões destas armas indiscriminadas incentivando os desenvolvimentos verificados.
O Tratado de Proibição de Minas anti-Pessoais é uma prova do que se consegue quando a comunidade internacional trabalha colectivamente para alcançar um desafio humanitário e de desenvolvimento, lê-se no documento.

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