Violência pós-eleitoral já obrigou pessoas a procurarem refúgio em locais seguros, como as montanhas ou conventos
Violência pós-eleitoral já obrigou pessoas a procurarem refúgio em locais seguros, como as montanhas ou conventos a violência pós-eleitoral em Timor-Leste já provocou a debandada de mais de quatro mil pessoas das suas casas, que procuram escapar a apedrejamentos e fogos postos a habitações no pequeno país asiático. Muitos têm permanecido nas montanhas ou em conventos, escolas ou outras zonas tidas como seguras.
Nos distritos de Viqueque e de Baucau, 323 casas foram queimadas e 52 danificadas, desde que a violência irrompeu com o anúncio de um Governo novo, liderado por uma coligação de partidos, conduzida por Xanana Gusmão, depois das eleições de Junho, que não produziram um único vencedor maioritário (a Fretilin, o partido mais votado, ficou isolada face à aliança de outros quatro partidos).
Diversas vilas ficaram severamente danificadas no distrito de Watulari, enquanto outros locais em redor da cidade de Viqueque também foram afectados. O funcionamento dos transportes públicos e das escolas foi interrompido e alimentos, água e medicamentos estão em falta no mercado.

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