Quem vê a actual pobreza crónica de milhões de quenianos, dificilmente acredita que daqui a pouco mais de duas décadas vai haver prosperidade para todos.
Quem vê a actual pobreza crónica de milhões de quenianos, dificilmente acredita que daqui a pouco mais de duas décadas vai haver prosperidade para todos. O governo do Quénia apresentou há dias um grande plano para quebrar o ciclo da pobreza e relançar o país no caminho da prosperidade.
O plano, a que se chama Visão 2030, aponta para um crescimento médio de dez por cento ao ano e prevê bem-estar generalizado dentro de 25 anos.
Há 25, países como Singapura, Malásia e Tailândia encontravam-se numa situação semelhante àquela que se vive hoje aqui no Quénia. Se em 25 anos esses países passaram a ser países desenvolvidos, por que razão deveremos, nós aqui na África, perpetuar o subdesenvolvimento?
O plano é ousado. Não é impossível! Como observador atento, comprazo-me em notar o entusiasmo deste povo que se sente orgulhoso da sua identidade e ousa olhar para o futuro com o entusiasmo de quem nunca se dá por vencido.

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