Alunos que frequentam a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, (ESTM) do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), decidiram ‘mergulhar’ no “Thirst Project”, uma iniciativa que tem como propósito colocar um fim à crise global da água, através da angariação de donativos para a construção de furos de água potável em países pobres, onde populações têm de caminhar longas horas para conseguir água, que muitas vezes se encontra contaminada.

Nascido em 2008 nos Estados Unidos da América (EUA), o “Thirst Project” chegou a território português em 2019, contando agora com diversas equipas de alunos em instituições de ensino. Os alunos envolvidos na iniciativa explicam que esta ação “pretende pôr fim ao sacrifício de mais de 600 milhões de pessoas que têm a árdua tarefa de percorrer um caminho durante seis a oito horas diárias para irem buscar água suja e contaminada”.

Através dos donativos reunidos por “equipas formadas em escolas e faculdades”, pretende-se “construir um furo onde existe água subterrânea suficiente, protegida de parasitas e bactérias, para as comunidades que precisam dela”. “Devido à quantidade e à qualidade da água subterrânea das áreas em que a organização trabalha, construir furos é a solução mais sustentável”, explicam os envolvidos no projeto de voluntariado.

A equipa da ESTM conta atualmente com mais de uma dezena de elementos, e continua aberta à participação de mais alunos. Os estudantes interessados em dar o seu contributo para esta causa, podem contactar a equipa, através da rede social Instagram. “Nós, jovens, somos os agentes de mudança social mais potentes de todos e é nossa pretensão, com este projeto, além de todas as razões anteriormente mencionadas, sensibilizar o máximo de pessoas para esta causa e angariar o maior lucro para ajudar quem mais precisa”, referem os estudantes. O “Thirst Project” conta também com uma angariação de fundos online, aberta à participação de qualquer pessoa.

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