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Nos primeiros dois meses deste ano, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) registou 107 pedidos de retorno voluntário de imigrantes em Portugal. Do total de pedidos de ajuda, 90 por cento foram de cidadãos de nacionalidade brasileira.

O desemprego, as dificuldades económicas e o agravamento da situação de vulnerabilidade são os principais motivos pelos quais as pessoas pedem ajuda para regressarem aos seus países, segundo os responsáveis da OIM em Lisboa.

A representação portuguesa da OIM anunciou recentemente que já estava a ser executado o novo programa de Apoio ao Retorno Voluntário e à Reintegração – ARVoRe VIII, com capacidade para apoiar até 600 pessoas no regresso aos seus países.

“O Programa terá capacidade para apoiar até 600 pessoas com o seu retorno voluntário e poderá acompanhar 70 migrantes retornados no seu processo de reintegração, na chegada ao país de origem”, afirmou fonte da organização à agência Lusa, adiantando que o objetivo desta iniciativa é ajudar migrantes em situação vulnerável que queiram regressar voluntariamente ao seu país de origem e não tenham condições financeiras para o fazer.

Ao abrigo do projeto anterior, ARVoRe VII, que terminou em dezembro de 2020, 1.482 pessoas fizeram inscrição no programa e 501 regressaram ao país de origem, das quais 276 eram mulheres e raparigas, e 225 homens e rapazes.

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