Diversas horticultoras de Bissau, na Guiné-Bissau, estão a fazer o módulo “Gestão económica”, o qual faz parte de uma formação agrícola participativa. “As horticultoras estão a calcular as despesas e receitas associadas às suas culturas, totais e por metro quadrado, a fim de tomarem as decisões económicas que melhor servem as suas atividades”, destacam os envolvidos na iniciativa.

De acordo com os dinamizadores da formação, as “participantes também estão a fazer experimentações com pesticidas (compostos capazes de eliminar as pragas das lavouras) produzidos por elas com recursos próprios: biopesticida de alho e biopesticida de cinza”.

A primeira edição da Formação Agrícola Participativa, constituída por 16 módulos práticos de horticultura agroecológica, está a decorrer em 14 pontos do Setor Autónomo de Bissau (SAB), com a participação de “mais de 400 horticultores, na sua larga maioria mulheres”. A iniciativa abrange as mulheres beneficiárias da “Ação Ianda Guiné! Hortas – Bissau”, um programa financiado pela União Europeia na Guiné-Bissau e implementado pela ESSOR e pela ONG Asas de Socorro.

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