Apesar da passagem do ciclone Eloise, no passado mês de janeiro, em Moçambique, “continuam a bom ritmo as obras de reconstrução” da escola Manga Mascarenhas, na Beira. O espaço escolar tinha ficado “destruído após a passagem do ciclone Idai, em março de 2019”, contam os envolvidos na reconstrução da escola, através das redes sociais.

Na sequência do ciclone Eloise, os elementos da equipa do projeto “Somos Moçambique” estão no terreno para “realizar o levantamento dos danos sofridos” junto dos parceiros do projeto no distrito da Beira.

“Procuramos adaptar e introduzir novas ações na nossa intervenção que possam continuar a apoiar as escolas e as famílias na procura de soluções que minimizem os estragos e que contribuam para a sua resiliência face a eventos climatéricos extremos que ocorrem ciclicamente nesta região do país”, explica a Vida, uma organização não-governamental portuguesa, envolvida nesta ação.

O projeto “Somos Moçambique” é implementado pelo consórcio Fundação Fé e Cooperação (FEC), Fundação Gonçalo da Silveira (FGS) e Vida – ONG. A iniciativa é financiada pelo Instituto Camões, pelo Fundo de Apoio à Reconstrução de Moçambique, Fundação Calouste Gulbenkian e pela campanha Somos Moçambique em Portugal.

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