Carlos Cabecinhas, sacerdote e reitor no Santuário de Fátima, presidiu à Eucaristia da peregrinação mensal de janeiro, que teve lugar na Basílica da Santíssima Trindade, na manhã desta quarta-feira, dia 13. O responsável lembrou aos peregrinos que em 1917 os três pastorinhos comunicaram “uma mensagem de esperança e forte apelo à confiança”, palavras que não foram apenas aplicadas àquele ano, mas que “continuam plenamente” válidas, mais de 100 anos depois.

Em 1917 como agora, o mundo vive “com grande apreensão e insegurança”. Em 2021, os “tempos difíceis” estão relacionados com a pandemia da Covid-19, com a população a preparar-se “para um novo período de confinamento geral”. “A nós, hoje, a Senhora mais brilhante que o sol vem trazer esperança, vem assegurar que não estamos sós, que Deus não se esquece de nós nem nos abandona”, disse aos fiéis Carlos Cabecinhas.

O reitor do templo da Cova da Iria demonstrou aos peregrinos que a mensagem de Nossa Senhora “neste lugar, é mensagem de esperança e apelo à confiança mesmo no meio das dificuldades, como aquelas que agora vivemos”. Carlos Cabecinhas explicou que os cristãos são “convidados a prestar especial atenção à fragilidade humana”, nomeadamente daqueles que estão mais próximos, a qual se pode manifestar com gestos “solidários”.

“Acreditamos de facto que Deus não nos deixa passar o sofrimento e as dores que experimentamos em desesperada solidão. Acreditamos que Deus conhece a nossa fragilidade, sabe das nossas preocupações e sofrimentos e acompanha-nos em todos os momentos, mas sobretudo nestes mais difíceis e nos dá força para os superar”, disse o sacerdote, citado pelos serviços de comunicação do Santuário de Fátima.

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