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O governo central do Laos, uma nação comunista com uma população comunista de sete milhões de habitantes, onde menos de dois por centos são católicos, anunciou estar a tomar medidas para assegurar que os funcionários locais em áreas remotas do país intensificam os seus esforços para proteger os cristãos dos constantes assédios.

Uma lei aprovada em finais do ano passado autoriza os cristãos a professarem a sua fé sem serem incomodados, desde que obedeçam às regras e regulamentos nacionais, mas nas zonas rurais continuam a ser discriminados. São muitas vezes considerados “elementos negativos” por outros residentes e pelas autoridades locais e alguns são mesmo maltratados, reeducados, expulsos das suas povoações, presos e encarcerados.

Com o trabalho que agora está a ser desenvolvido em parceria com vários grupos de cristãos, o governo espera sanar o problema. Em declarações à UCA News, os líderes do Partido Comunista disseram estar convencidos de que quando as zonas rurais tomarem conhecimento da nova lei, o assédio dos cristãos irá diminuir. “Uma vez compreendido (o conteúdo da lei) os cristãos já não serão maltratados como antes, porque, como qualquer outra lei, deve ser respeitada”, afirmou um funcionário responsável pelos assuntos religiosos na província de Savannakhet.

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