O novo pacote de medidas para enfrentar o impacto da crise económica provocada pelo novo coronavírus, em Israel, inclui um corte no salários dos ministros e deputados, a suspensão dos aumentos salariais e apoios às empresas com prejuízos superiores a 25 por cento por causa da redução ou interrupção da atividade.

“Todos devemos assumir a ‘carga’ e nós, como ministros, também devemos estar em sintonia com os passos que vamos dar frente a uma realidade difícil”, afirmou o chefe do governo Benjamin Netanyahu, admitindo a possibilidade de cortes também nos salários de outros altos funcionários da administração pública.

Numa altura em que o segundo confinamento suspendeu parte da atividade económica do país, incluindo o encerramento de “negócios não essenciais”, o executivo israelita decidiu aprovar um pacote especial de ajuda, que além dos cortes salariais, prevê o pagamento de subsídios para gastos fixos às empresas com prejuízos.

Israel contabiliza, desde o início da pandemia, um total de 1.273 mortes e 192 mil contágios. Os hospitais estão lotados e sem capacidade para receber mais doentes, e o Ministério da Defesa anunciou a criação de um hospital de campanha, com 200 camas.

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