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O ano passado foram abertas 223 novas investigações e foi recomendada a recuperação de 485 milhões de euros que terão sido mal utilizados pelos Estados-membros da União Europeia, segundo o relatório anual da Agência Europeia Antifraude (AEA). Os projetos ambientais foram os mais usados para esquemas fraudulentos.

“É verdade que há uma grande quantidade de casos ligados ao ambiente. Investigámos muitos deles e temos de continuar a fazê-lo, o que exige cada vez mais experiência para perceber o que está a acontecer neste campo”, admitiu o diretor-geral da agência.

Segundo Ville Itälä, a Roménia ocupa o primeiro lugar da lista de países com mais investigações por fraudes com fundos europeus, seguida da Itália e da Grécia. As posições seguintes são ocupadas por quatro países do leste – Polónia, Bulgária, Hungria e República Checa.

Com a entrada em funcionamento da nova Procuradoria Europeia a partir do próximo ano, e a entrada em vigor do novo orçamento comunitário para os próximos sete anos, a agência antifraude espera poder apertar mais a malha aos prevaricadores.

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