Agricultores das regiões de Bafatá, Quinara e Tombali, na Guiné-Bissau, tiveram a oportunidade de participar numa formação dedicada à proteção vegetal, que lhes forneceu técnicas que permitem colocar um fim às pragas e doenças nas suas plantações.

A iniciativa assume especial importância uma vez que os “agricultores de toda a Guiné-Bissau se deparam com problemas na produção agrícola devido às pragas e doenças que atacam as plantações”, pelo que a formação visa “colmatar esse problema”, explicam os promotores do projeto.

Bunha na Nbundé, delegado regional da “Proteção vegetal” da região de Bafatá, foi um dos formadores e destaca a importância da iniciativa. “Durante os dias da formação falámos sobre o conceito de ‘Proteção vegetal’, da fase do cultivo em que se faz, do levantamento a realizar antes de aplicação de qualquer produto e da segurança, um tema muito importante para quem aplica os produtos”, explicou o responsável, dando mais detalhes sobre os perigos da tarefa.

“Tratam-se de produtos químicos e tóxicos. Sendo assim, o agente tem que estar bem equipado, e depois de acabar de fazer a aplicação há cuidados a ter. É uma das questões que eu chamei mais atenção. Os formandos reagem muito bem à formação, com bastante interesse”, disse o formador, citado pela organização promotora do projeto.

Participaram na formação todas as associações integradas no “Programa UE-Activa, Eixo 3 – Intensificação e valorização da agricultura”, o qual visa contribuir para a “melhoria sustentável das condições económicas e sociais das populações rurais de Bafatá, Quinara e Tombali”. A formação teve lugar nos últimos dias do passado mês de agosto.

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