Bispo das Forças armadas e das forças de segurança espera sinais, da tutela, para ouvir as reivindicações dos militares.
Bispo das Forças armadas e das forças de segurança espera sinais, da tutela, para ouvir as reivindicações dos militares. “Gostava de ver sinais que nos ajudassem a esbater estas tensões”, afirmou o bispo das Forças armadas e das forças de segurança, Januário Torgal Ferreira durante a 25º peregrinação dos militares a Fátima.
O prelado espera que as pessoas continuem “a ser ouvidas e acolhidas” , por parte da tutela às reivindicações dos militares e polícias para inverter a depressão económica.
Januário Torgal Ferreira apelou “para que na GNR, na polícia e nos três ramos das forças armadas, apareçam um, dois, três sinais, nem que sejam símbolos, que nos digam que estamos a subir a montanha e a depressão está a diminuir”. “Fico sempre triste quando vejo problemas sociais no domí­nio das forças de segurança e forças militares”, disse, acrescentando que “gostava de começar a perceber pequeninos sinais” para encontrar soluções por parte da tutela.
Em particular, o bispo das Forças armadas e das forças de segurança espera que as medidas futuras deixem “de subtrair” e apontem para algum tipo de melhorias na qualidade de vida dos militares e polícias, no reforço de verbas, de “um, dois, três ou quatro euros”.
“Não quero quantificar esta subida ou esta transformação” mas “acredito que vai haver sinais” do governo, disse.
Sobre a presença da GNR e da PSP em Timor-Leste, o bispo confessou ter “orgulho” na sua actuação e garantiu que a “Igreja está com eles nesse serviço humanitário”.

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