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A ‘Ocean colour summer school’, integrada na ‘Escola de verão da Universidade do Algarve’, deverá arrancar no final do mês de julho, e vai focar-se na “temática da extração e utilização de dados de satélite, para estudar fenómenos e processos no oceano”, explica a instituição de ensino superior do sul do país, em comunicado.

A formação visa “capacitar estudantes na temática da deteção remota da cor do oceano”, e também “estimular a cooperação científica entre alunos e professores de diferentes instituições nacionais”. A iniciativa contempla uma “componente de formação letiva e outra de investigação”, que vão acontecer de “forma exclusivamente presencial”, indica a Universidade do Algarve.

No decorrer da escola e verão, os participantes deverão realizar “breves trabalhos de investigação”, tanto nas instalações da Universidade do Algarve, assim como nas instituições parceiras, para o qual “prevê financiamento para dez bolsas de investigação, destinadas a alunos de licenciatura e mestrado”.

A escola de verão conta com o apoio da Portugal Space e integra no seu painel de formação vários investigadores que se distribuem entre as Universidades do Algarve, Lisboa, Aveiro, Évora, Açores e do Porto, e também do Instituto Hidrográfico (IH) e do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

O programa de formação está a ser dinamizado por Sónia Cristina e Priscila Goela, investigadoras do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve, espaço que acolhe a iniciativa. A formação integra-se no âmbito das prioridades definidas na Estratégia Nacional para o Espaço, e é financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

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