Catarina Bettencourt, diretora da Fundação AIS de Portugal

Com o objetivo de ajudar as populações mais afetadas pela pandemia da Covid-19, em diversos países do mundo, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) lança esta semana um desafio aos benfeitores portugueses da instituição, apelando a donativos para esta causa.

“Os portugueses têm sempre revelado um espírito solidário único para com a Igreja que está presente nos locais mais inóspitos, nas regiões mais pobres e nos países onde as comunidades cristãs têm de lidar também com perseguição e violência (…) Com as consequências dramáticas da Covid-19, somos todos chamados a auxiliar a Igreja que está na chamada linha da frente onde as populações estão mais fragilizadas”, apela Catarina Bettencourt, diretora do secretariado português da AIS.

A fundação lembra que atualmente os religiosos são “tantas vezes o único porto de abrigo dos mais pobres e desprotegidos”. Os pedidos de ajuda à Fundação AIS são provenientes de origens muito diversas – Índia, Ucrânia, Burkina Faso, Venezuela, Camarões, Síria, República Democrática do Congo, Haiti e Nigéria – todos eles países que “já recebem ajuda direta da Fundação AIS”.

Catarina Bettencourt refere que os religiosos fazem chegar à fundação “mensagens absolutamente urgentes”. “Eles precisam de apoio agora, pois há pessoas, infelizmente muitas pessoas, que estão numa situação extremamente grave por causa da Covid-19 em muitos países”, alerta a responsável. É neste contexto que a diretora da Fundação AIS em Portugal apela à generosidade do povo português. “Não podemos falhar nesta ajuda que nos é pedida. Se a Igreja não conseguir cumprir com a sua missão solidária, não haverá mais ninguém a acolher os que mais precisam”, alerta.

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