Com o objetivo de ajudar a conter a atual pandemia na Guiné Bissau, a Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), sediada em Lisboa, decidiu enviar “material de diagnóstico e de proteção” para aquele país africano. O material foi enviado esta semana, e o seu transporte “foi assegurado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português”, de acordo com os serviços de comunicação da fundação.

Entre o material de diagnóstico enviado encontram-se “500 kits de análise em PCR preparados pelo Instituto Gulbenkian de Ciência, bem como reagentes”. Estes bens vão possibilitar a “realização de até mil testes à Covid-19 pelo Laboratório Nacional de Saúde Pública da Guiné-Bissau”. A pensar nos técnicos de laboratório, a Gulbenkian enviou material de proteção pessoal, como “viseiras, máscaras e batas”.

A Gulbenkian “reforçou ainda o apoio à Direção de Serviços de Saúde Comunitária”, através da ‘Vida’, uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), que “tem no terreno um projeto de comunicação e sensibilização para a pandemia, com agentes de saúde comunitários a nível nacional”.

A parceria da FCG com a Guiné-Bissau existe há mais de 50 anos e compreende as áreas da saúde e da educação, assim como o reforço das ONGD. Até ao momento, a Guiné Bissau conta com 53 casos confirmados de Covid-19, e uma morte provocada pela doença.

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