Paulo Simões, sacerdote e diretor do Instituto Universitário Justiça e Paz, situado junto do polo principal da Universidade de Coimbra, recorre às plataformas digitais para lembrar à população que apesar do espaço que dirige estar de “portas fechadas”, a sua “cozinha continua a trabalhar, de segunda a sexta-feira”, entre as 12h30 e as 14h00.

O sacerdote deixa um apelo à comunidade. “Usem o serviço de ‘take away’ que o restaurante do Instituto Universitário Justiça e Paz criou para poder enfrentar este tempo. Encomendem a vossa refeição e recolham-na na nossa janela”, apela o sacerdote. “Necessitamos do apoio de todos, pois sozinhos chegaremos a muito menos pessoas”, refere.

Segundo o sacerdote, “só” através deste serviço é que “tem sido possível garantir a alimentação básica de alguns dos estudantes apoiados pelo projeto social [do instituto], concretamente através do ‘Fundo solidário’”. “Esse apoio tem-se revelado fundamental para que estas pessoas tenham o mínimo para sobreviver, o mínimo que a dignidade humana exige”, escreve o religioso.

O padre Paulo Simões adianta que “não será possível o Instituto Universitário Justiça e Paz manter este apoio (e manter-se, para lá dele!) sem o envolvimento de todos quantos têm nesta ‘Casa’ uma referência: pelo tempo que lá passam ou passaram a estudar ou a conviver, pela participação nas suas atividades ou simplesmente pelo prazer de usufruir da magnífica vista das varandas”.

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