Três décadas depois do incidente, o Exército Republicano Irlandês (IRa) pediu desculpa à família de um homem morto, quando uma bomba deflagrou prematuramente.
Três décadas depois do incidente, o Exército Republicano Irlandês (IRa) pediu desculpa à família de um homem morto, quando uma bomba deflagrou prematuramente. O Exército Republicano Irlandês (IRa) pediu desculpa pela morte de um homem, à sua família. O IR a afirma que os seus membros foram responsáveis pela morte de Eugene McQuaid, um católico de 35 anos, em 1974. O pedido de desculpa só foi apresentado agora, três décadas depois.
Uma investigação interna desta organização apurou que McQuaid morreu quando uma bomba colocada pelo IR a junto a uma estrada “deflagrou prematuramente”, no momento em que a vítima passava no local, de motorizada.
“Na altura, o IR a não reconheceu o seu envolvimento no incidente. a direcção do IR a apresenta as suas sinceras desculpas à família McQuaid pela morte de Eugene e pela dor e o trauma que as nossas acções causaram”, conclui o comunicado que acompanha a tradicional declaração Política da Páscoa do grupo.
Em Julho de 2005, o IR a anunciou o fim da sua luta armada e comprometeu-se a prosseguir o seu objectivo – a unificação da Irlanda – por meios exclusivamente Pacíficos e democráticos. Os órgãos que controlam o processo certificaram o desarmamento total da organização e o seu compromisso para com a paz. Indicaram, no entanto que, alguns elementos da organização continuam envolvidos em actividades paramilitares e delituosas.

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