Especialistas da UNESCO frisam que é essencial que a sociedade civil conheça melhor a história da escravatura, para contribuir para a sua prevenção
Especialistas da UNESCO frisam que é essencial que a sociedade civil conheça melhor a história da escravatura, para contribuir para a sua prevençãoNo Dia Internacional para a Memória do Tráfico de Escravos e a sua abolição, esta quinta-feira, 23 de agosto, audrey azoulay, diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), pede às autoridades, sociedade civil, académicos e cidadãos de todo o mundo que aumentem a sua consciência sobre esta problemática e se oponham a todas as formas de escravatura.
a responsável pela agência das Nações Unidas realça que a celebração desta data constitui uma oportunidade ideal para aprofundar a reflexão sobre o legado da história da escravidão e a necessidade de se explorar a sua memória. além disso, a efeméride deve ser também ser uma ocasião para alertar para a importância de superar preconceitos raciais criados para justificar a escravidão e ainda dar continuidade a posturas de racismo e discriminação sobre pessoas de ascendência africana.
Os responsáveis pela UNESCO recordam que o tráfico e a escravidão foram reconhecidos pela comunidade internacional como crimes contra a humanidade em 2001, mas alertam para o facto de estas problemáticas reemergirem com frequência, sob diversas formas, e em diferentes locais. a agência da ONU frisa que é fundamental que os povos conheçam melhor a história do tráfico de escravos para compreenderem melhor o aparecimento de novas formas de escravidão e atuarem em prol da sua prevenção.

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