Conferência em Moçambique vai contar com as intervenções de diversas raparigas, que vão expor os seus problemas e questões que deverão ser «respondidas», aponta responsável das Nações Unidas
Conferência em Moçambique vai contar com as intervenções de diversas raparigas, que vão expor os seus problemas e questões que deverão ser «respondidas», aponta responsável das Nações UnidasO problema dos matrimónios em idades muito precoces está na origem de um encontro em Moçambique que inicia esta quinta-feira, 16 de agosto, prolongando-se até ao dia seguinte. a iniciativa vai desenrolar-se sob o lema Para que nenhuma menina fique excluída do desenvolvimento em Moçambique, vamos erradicar os casamentos prematuros.
O conferência conta com o apoio técnico e financeiro da Embaixada da Suécia em Moçambique, e do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPa, na sigla inglesa), organismo ao qual Débora Madeira se encontra ligada. Quarenta e oito por centodas nossas meninas casam muito cedo. Metade fica fora do processo de desenvolvimento, e pior, fora dos processos de capacitação, que contribuem para que os mais novos sejam mais habilitados para participar na economia do país, explicou a responsável.
Débora Madeira sublinha que o encontro será uma ocasião para as raparigas participantes exporem os seus próprios problemas, demonstrarem que lutam pelos seus direitos, conseguirem com que a sua voz seja ouvida e obterem respostas às suas questões. O encontro vai traçar recomendações destinadas ao governo de Moçambique, estabelecerá um compromisso das raparigas para a erradicação dos casamentos prematuros e demonstrará a contribuição para desenvolvimento resultante da integração das raparigas, indicam os serviços de comunicação das Nações Unidas.

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