Governo lí­bio diz não autorizar a criação de centros de acolhimento no seu território, uma ideia que havia sido proposta pela União Europeia. E pede aos países comunitários que pressionem mais os países de origem dos migrantes
Governo lí­bio diz não autorizar a criação de centros de acolhimento no seu território, uma ideia que havia sido proposta pela União Europeia. E pede aos países comunitários que pressionem mais os países de origem dos migrantes O chefe do governo líbio de unidade nacional, Fayez al Sarraj, manifestou esta sexta-feira, 20 de julho, a sua recusa categórica em instalar na Líbia centros de acolhimento para migrantes, como pretendem os países da União Europeia (UE). Estamos totalmente contra o facto da Europa querer instalar oficialmente no nosso país os migrantes ilegais que não querem na UE, afirmou o governante a um jornal alemão. Sarraj assegura que não fará acordos com a UE para receber migrantes ilegais a troco de dinheiro e aconselhou os europeus a pressionarem mais os países de origem dos migrantes, para travar o negócio dos traficantes de seres humanos. Estou muito surpreendido que na Europa já ninguém queira acolher migrantes e que nos peçam para acolher aqui centenas de milhares, sublinhou o chefe de governo, em reação à intenção da UE de criar plataformas de desembarque para migrantes fora do espaço europeu.

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