a falta de carteiras nas mais de 900 escolas da província de Inhambane faz com que mais de 40 mil alunos iniciem mais um ano letivo a estudar no chão. O corpo docente também tem um défice de 1. 000 professores
a falta de carteiras nas mais de 900 escolas da província de Inhambane faz com que mais de 40 mil alunos iniciem mais um ano letivo a estudar no chão. O corpo docente também tem um défice de 1. 000 professoresas autoridades locais têm em curso um projeto para equipar as salas de aula com carteiras, desde 2012, mas apesar disso, cerca de 44 mil alunos da província de Inhambane, em Moçambique, iniciaram mais um letivo a ter que assistir às aulas sentados no chão, revela a imprensa local. a direção provincial de Educação e Desenvolvimento Humano tem aproveitado a madeira apreendida aos operadores florestais ilegais para fabricar carteiras nas aulas práticas de carpintaria, nas escolas profissionais, e apela ao setor empresarial para dar também o seu contributo no âmbito da sua responsabilidade social. Se um empresário oferecer dez carteiras duplas, pelo menos 20 alunos deixam de receber aulas sentados no chão e se 20 operadores económicos na província fizessem isso, no final de cada ano teríamos um número significativo de alunos com melhores condições de aprendizagem, disse Josefina Comé, coordenadora do departamento. ao nível do corpo docente, as carências orçamentais fizeram com que apenas tenham sido contratados 600 dos 1. 600 professores considerados necessários. O ano letivo na província de Inhambane abriu com 30 novos estabelecimentos de ensino, que criaram mais 56 salas de aula.