a morte recente do biólogo espanhol, Gonzalo alono Hernandéz, é apenas mais um exemplo das perseguições e ataques aos defensores do meio ambiente no Brasil, denuncia a amnistia Internacional
a morte recente do biólogo espanhol, Gonzalo alono Hernandéz, é apenas mais um exemplo das perseguições e ataques aos defensores do meio ambiente no Brasil, denuncia a amnistia Internacional No período de um ano, entre 2011 e 2012, pelo menos duas dezenas de ambientalistas foram assassinados no Brasil pelas forças de segurança, grupos paramilitares ou bandos de criminosos, acusa a amnistia Internacional (aI), recordando a morte recente do biólogo espanhol Gonzalo alonso Hernández como um exemplo das perseguições e ataques de que são vítimas os ativistas no país liderado por Dilma Rousseff. Gonzalo Hernandez, de 49 anos, conhecido pela luta na defesa do ambiente contra os caçadores ilegais e fazendeiros, apareceu morto a semana passada com vários tiros na cabeça, no estado do Rio de Janeiro. Embora o crime ainda esteja sob investigação, a aI reitera a sua preocupação pela situação em que vivem os defensores dos direitos humanos no Brasil. Para justificar as acusações, a aI cita o caso de Laísa Santos, do grupo de Trabalhadoras artesanais Extrativistas, que trabalha na defesa da amazónia e que tem sofrido vários ataques e ameaças de morte. a sua irmã e o seu cunhado foram assassinados como represália pelo ativismo de Laísa, afirmam os dirigentes da amnistia Internacional.