O governo de abidjan está no caminho certo, depois de uma violenta crise pós-eleitoral em 2011, mas as ameaças à sua paz e estabilidade Política não devem ser subestimadas. O Conselho de Segurança deve estender a missão da ONU no país
O governo de abidjan está no caminho certo, depois de uma violenta crise pós-eleitoral em 2011, mas as ameaças à sua paz e estabilidade Política não devem ser subestimadas. O Conselho de Segurança deve estender a missão da ONU no país a presença da UNOCI [a missão das Nações Unidas] na Costa do Marfim continua a ser essencial, especialmente no que diz respeito às suas prioridades fundamentais de proteção dos civis, de desarmamento, de desmobilização e reintegração de antigos combatentes e de reforma do setor de segurança, sublinhou o subsecretário-geral para as Operações de Manutenção da Paz, Hervé Ladsous, perante os 15 membros do Conselho de Segurança da ONU. ao apresentar o último relatório do secretário-geral, Ban Ki-moon, sobre este país da África ocidental, Ladsous elogiou o Presidente costamarfinense, alassane Ouattara, e o seu governo por tomarem as medidas necessárias para resolver muitos dos desafios que o país enfrenta. Entre estes, o responsável da ONU sublinhou o desarmamento, desmobilização e reintegração de cerca de 65 mil ex-combatentes. Mas Hervé Ladsous deixou a advertência de que os ex-combatentes poderiam tornar-se uma ameaça aos direitos humanos e à estabilidade na Costa do Marfim e da subregião, por estarem mais propensos a pegar em armas novamente, caso surja uma oportunidade – ou um motivo.