a devastação pela guerra pode agravar de forma mais profunda o caos na Síria, com graves violações de direitos humanos e crimes de guerra a tornarem-se rotina. a comunidade internacional deve «reunir-se para pôr fim ao derramamento de sangue»
a devastação pela guerra pode agravar de forma mais profunda o caos na Síria, com graves violações de direitos humanos e crimes de guerra a tornarem-se rotina. a comunidade internacional deve «reunir-se para pôr fim ao derramamento de sangue» O aviso é de responsáveis das Nações Unidas, quando se estima que todos os meses morrem cerca de cinco mil pessoas. Estamos não só a assistir à destruição de um país, mas também do seu povo afirmou a subsecretária-geral para os assuntos Humanitários, Valerie amos, perante o Conselho de Segurança, em Nova Iorque, EUa. Esta é uma crise regional, não é uma crise na Síria, com consequências regionais, que exige o empenhamento contínuo e abrangente da comunidade internacional. Valerie amos, que também é a coordenadora de Emergência da ONU juntou-se esta terça-feira ao alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, antónio Guterres, e ao secretário-geral adjunto para os Direitos Humanos, Ivan Imonović, que entregou uma declaração em nome de Navi Pillay, a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, no apelo deixado. Todos os responsáveis manifestaram uma extrema preocupação com o agravamento da violência, as graves violações dos direitos humanos, a deterioração da situação humanitária e, particularmente, a enorme crise de refugiados gerados pelo conflito em espiral na Síria, que antónio Guterres descreveu como uma escalada a um nível tão assustador que se assemelha à fuga ao genocídio do Ruanda de há quase 20 anos.