a morte por agressão de dois jovens acusados de furto desencadeou uma onda de violência entre elementos de duas etnias. Os confrontos alastraram a várias cidades e já provocaram 16 vítimas mortais
a morte por agressão de dois jovens acusados de furto desencadeou uma onda de violência entre elementos de duas etnias. Os confrontos alastraram a várias cidades e já provocaram 16 vítimas mortais Uma explosão de violência envolvendo ataques com facões e armas de fogo entre duas etnias do sudeste da Guiné-Conacri, os guerzé e os konianké, já causou pelo menos 16 mortos e mais de 80 feridos, nos últimos dois dias. as forças de segurança foram mobilizadas em massa para as zonas de conflito e tentam agora controlar os revoltosos. Os confrontos iniciaram-se em Koulé, alastraram à região de N’Zérékoré e chegaram à cidade de Beyla, junto à fronteira com a Costa do Marfim. Em declarações à agência France Presse, o porta-voz do governo, albert Damatang Camara, assegurou que o Presidente alpha Condé vai tomar medidas para evitar que este tipo de situações volte a repetir-se no país. a morte de dois jovens konianké, suspeitos de furto, terá estado na origem do conflito. as vítimas faleceram após terem sido torturadas por seguranças de um posto de combustíveis, que as acusaram de tentativa de roubo, e os membros da sua etnia procuraram vingança. Segundo um jornalista de uma rádio estatal, será difícil saber ao certo o número de mortos nos distúrbios, pois os corpos das pessoas atacadas não são levados para os hospitais.