Mais de sete milhões de iemenitas podem ter acesso a alimentos, água potável, cuidados de saúde e outros serviços essenciais, se a comunidade internacional responder ao apelo das Nações Unidas para serem doados milhões de dólares para ajudar a população
Mais de sete milhões de iemenitas podem ter acesso a alimentos, água potável, cuidados de saúde e outros serviços essenciais, se a comunidade internacional responder ao apelo das Nações Unidas para serem doados milhões de dólares para ajudar a população Dois anos de agitação e instabilidade levaram a um quase colapso dos serviços básicos no Iémen, notaram as Nações Unidas. Segundo o gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de assuntos Humanitários (OCHa), o Plano de Resposta Humanitária do Iémen para 2013 necessita urgentemente de 702 milhões de dólares (537 milhões de euros), para prestar assistência de emergência e de recuperação rápida aos 7,7 milhões de iemenitas mais necessitados. Os conflitos e a instabilidade em toda a região e a transição política em curso no Iémen têm ofuscado a crise humanitária, afirmou o coordenador humanitário da ONU, Ould Cheikh ahmed, acrescentando que não pode haver estabilidade a longo prazo, sem abordar as necessidades humanitárias do povo iemenita. O Iémen está numa fase de transição democrática, liderada pelo Presidente abdrabuh Mansour Hadi, que chegou ao poder nas eleições de fevereiro de 2012. Um marco importante foi alcançado já em março deste ano, com a abertura da conferência de diálogo nacional, que contribuirá para um processo de constituição de decisões e para ajudar a pavimentar o caminho para as eleições legislativas em 2014.