Um ataque rebelde a uma aldeia localizada no leste da República Democrática do Congo (RDC) provocou o pânico na região e levou à fuga de mais de 30 mil pessoas. No terreno, membros de organizações humanitárias estão já a apoiar os refugiados
Um ataque rebelde a uma aldeia localizada no leste da República Democrática do Congo (RDC) provocou o pânico na região e levou à fuga de mais de 30 mil pessoas. No terreno, membros de organizações humanitárias estão já a apoiar os refugiados Um violento ataque rebelde a uma aldeia localizada em Kamango, na República Democrática do Congo (RDC), envolveu o assassinato de um líder local, causando o pânico na região e provocando a fuga de mais de 30 mil pessoas, a maioria das quais se deslocou até a fronteira com o Uganda. Segundo a Fundação ajuda à Igreja que Sofre, o ataque foi realizado pelas Forças Democráticas aliadas, que combatem o governo de Uganda e que têm bases militares na região leste da RDC. O número de refugiados foi avançado pela Organização das Nações Unidas (ONU), mas existem relatos que apontam para um número muito superior, rondando as 70 mil pessoas. O tumulto terá começado na passada quarta-feira, 10 de julho, mas, durante o último fim de semana ainda existiam pessoas em fuga. Entretanto, várias organizações humanitárias têm procurado apoiar esta enorme vaga de refugiados através da distribuição de tendas e de bens alimentares. Devido ao ataque inesperado, as pessoas fugiram, essencialmente, com a roupa que vestiam.