Num local de acesso «difícil» e de «confrontos armados», no Peru, o Comité Internacional da Cruz Vermelha constrói reservatórios e redes de distribuição de água, latrinas, pias para lavar as mãos, promove hábitos de higiene e forma professores
Num local de acesso «difícil» e de «confrontos armados», no Peru, o Comité Internacional da Cruz Vermelha constrói reservatórios e redes de distribuição de água, latrinas, pias para lavar as mãos, promove hábitos de higiene e forma professoresNo Peru, o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) está a desenvolver um conjunto de projetos comunitários no Vale dos Rios apurímac, Ene e Mantaro, zona que abarca cinco regiões do país. É um território de difícil acesso devido à sua geografia acidentada e aos confrontos armados, explica o CICV, em comunicado, adiantando que para chegar até à população é preciso percorrer caminhos agrestes, atravessar percursos sinuosos, navegar, cruzar rios e caminhar durante muitas horas.

além disso, esta é também uma área afetada pelos confrontos armados, que fazem com que a população viva em situação de insegurança e com que a escola funcione de forma descontínua, porque os professores, por temor, não permanecem muito tempo na zona, sublinha o CICV no mesmo documento. Os humanitários do movimento presentes na zona apoiam o desenvolvimento de projetos comunitários básicos como a construção de reservatórios e redes de distribuição de água, latrinas, pias para lavar as mãos e a promoção de hábitos de higiene.

No local, os membros do movimento humanitário compartilham com as Forças armadas as suas preocupações em relação às consequências humanitárias relativas aos contínuos confrontos armados na zona e o seu impacto sobre a população e mantêm também um diálogo constante sobre temas humanitários com as autoridades locais e nacionais.