O diretor e vice-diretor do Instituto para a Obras de Religião pediram a demissão do cargo. a instituição abriu um processo de seleção para escolher os futuros líderes do chamado «Banco do Vaticano»
O diretor e vice-diretor do Instituto para a Obras de Religião pediram a demissão do cargo. a instituição abriu um processo de seleção para escolher os futuros líderes do chamado «Banco do Vaticano» O presidente do Instituto para a Obras de Religião (IOR), Ernst von Freyberg, vai assumir as funções de diretor geral interino da instituição bancária da Santa Sé, após o pedido de demissão do anterior diretor, Paolo Cipriani, e do seu vice-presidente, Massimo Tulli. após muitos anos de serviço, os dois altos quadros do chamado Banco do Vaticano decidiram pedir a exoneração, por entenderem ser o melhor para o interesse do Instituto. Enquanto se procede ao processo de seleção do futuro diretor-geral e vice-diretor do IOR, Freyberg será coadjuvado por Rolando Marranci, como vice-diretor, e por antonio Montaresi na nova posição de Chief Risk Officer, segundo informações da Sala de Imprensa da Santa Sé. Desde 2010 que o IOR e a sua direção têm trabalhado seriamente para adequar as estruturas e os procedimentos (do IOR) às normas internacionais de combate à lavagem de dinheiro. apesar de estarmos gratos pelos resultados alcançados, é claro que precisamos de uma nova direção para acelerarmos o ritmo deste processo de transformação, afirmou Ernst von Freyberg. O IOR é um instituto fundado em 1942 por decreto papal. O seu objetivo é servir a Santa Sé e a Igreja Católica em todo o mundo. a estrutura de gestão é constituída por uma comissão cardinalícia, um prelado, um conselho de superintendência e uma direção. Tem 114 funcionários e a sede está instalada no Estado da cidade do Vaticano. Recentemente, o Papa Francisco nomeou uma comissão de inquérito para avaliar a situação da instituição.