O grupo de Leigos Missionários da Consolata na Colômbia assinalou o décimo aniversário com um encontro em Bogotá, onde foi reafirmado o compromisso com a vocação missionária
O grupo de Leigos Missionários da Consolata na Colômbia assinalou o décimo aniversário com um encontro em Bogotá, onde foi reafirmado o compromisso com a vocação missionária Numa data tão especial a festa não podia ser pequena. Cheios de entusiasmo, juntaram-se no passado fim de semana, em Bogotá, cerca de três dezenas de Leigos Missionários da Consolata (LMC) que trabalham na Colômbia, provenientes das comunidades de Bogotá, Bucaramanga, Cali e Medellin, e entre eles também os dois LMC portugueses, Viviana Nunes e Rui Sousa. Na abertura do encontro, o Superior Regional do Instituto Missionário da Consolata (IMC) na província de Colômbia-Equador, angelo Casadei, referiu o exemplo do apóstolo São Paulo para lembrar aos participantes que todos são chamados a seguir Jesus e a levar a sua mensagem pelo mundo, ajudando o Instituto a crescer, sem perderem de vista a missão. Depois de um dia dedicado à análise do tema O nosso caminhar – 10º aniversário da comunidade LMC, a noite foi aproveitada para a prática de jogos de integração, nos quais, com muita alegria e dinamismo, se recordaram alguns acontecimentos mais significativos da última década e os vários pensamentos deixados pelo beato José allamano sobre o carisma da Consolata. Na manhã de domingo, 30 de junho, realizou-se a Eucaristia celebrativa, presidida pelo padre Poul Maina (IMC) – um dos primeiros animadores para a criação da comunidade LMC na região – que salientou duas das grandes exigências para viver a vocação missionária: liberdade para dizer Sim e desprendimento total. No momento da despedida, antes de cada comunidade regressar à sua missão, prevaleceram os sentimentos de alegria e de compromisso com a vocação missionária a que cada um foi chamado. através dos testemunhos e das conversas informais entendi melhor o carisma que vivem os LMC, o carisma do allamano. agora sinto mais força para continuar a procurar o meu lugar na missão, confessou Daniel Perez, um jovem de 25 anos que se encontra desde janeiro em processo de discernimento. Mais experiente na vida missionária, amparo de las Mercedes, 71 anos, cofundadora dos LMC nesta região, destacou a maturidade que o movimento tem vindo a alcançar e partilhou os seus sonhos, em jeito de desafio: Sem perdermos o olhar na missão ad gentes, devemos continuar a fortalecer a nossa presença nas pequenas comunidades que nos rodeiam e dessa forma projetarmo-nos ainda mais na missão e na nossa vocação.