Francisco nomeou uma comissão de inquérito para avaliar a situação jurídica e as atividades do Instituto para as Obras de Religião, o chamado «Banco do Vaticano»
Francisco nomeou uma comissão de inquérito para avaliar a situação jurídica e as atividades do Instituto para as Obras de Religião, o chamado «Banco do Vaticano» Uma comissão presidida pelo cardeal Raffaele Farina, arquivista e bibliotecário emérito da Santa Sé, foi incumbida pelo Papa Francisco de estudar a situação em que se encontra o Instituto para as Obras de Religião (IOR) – o chamado Banco do Vaticano – e elaborar um relatório com as conclusões num curto espaço de tempo. Segundo a sala de imprensa da Santa Sé, a equipa tem como missão recolher informações precisas sobre a situação jurídica e as várias atividades do Instituto, para que seja possível harmonizar melhor o seu funcionamento com a missão da Igreja universal e da Sede apostólica. Para facilitar a auditoria’, o Papa estabeleceu que o sigilo e quaisquer outras restrições estabelecidas pelo sistema legal não inibem ou restringem o acesso da Comissão a documentos, dados e informações. as diligências devem começar nos próximos dias e o relatório tem de ser entregue ao Sumo Pontífice logo após a conclusão dos trabalhos. além de Raffaele Farina, da comissão fazem parte o cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso; Juan arrieta Ochoa de Chinchetru, secretário do Conselho Pontifício para os Textos Legislativos; Peter Bryan Wells, assessor para as questões gerais da Secretaria de Estado e Mary ann Glendon, presidente da academia Pontifícia das Ciências Sociais.