«Quantas pessoas preferem andar em contracorrente, para não renegar a voz da consciência, a voz da verdade», disse Papa Francisco
«Quantas pessoas preferem andar em contracorrente, para não renegar a voz da consciência, a voz da verdade», disse Papa FranciscoPerder a vida por causa de Jesus, foi o tema das palavras do Papa, hoje dia 23, ao meio-dia, na Praça de São Pedro. Na sua opinião isso pode significar confessar explicitamente a fé ou de modo implícito, o defender a verdade. acrescentou que os mártires são um exemplo do que é perder a vida por Cristo. São uma multidão imensa, ao longo de vinte séculos, mas são também dos nossos dias: Hoje, em muitas partes do mundo, há mártires: homens e mulheres encarcerados, mortos pelo único motivo de serem cristãos. E são em maior número do que nos primeiros séculos. além disso, continuou o Papa, existe também aquele martírio quotidiano, que sem comportar a morte, é também um perder a vida’ por Cristo, cumprindo o próprio dever com amor, segundo a lógica de Jesus, a lógica do dom, do sacrifício. O Santo Padre exemplificou com os casos dos pais e mães que dão a vida, no dia-a-dia, pela própria família. E é o caso também de tantos padres, religiosos e religiosas que se dedicam generosamente ao serviço do Reino de Deus. E ainda tantos jovens que se disponibilizam para servir as crianças, as pessoas com deficiência e pessoas de idade. Também estes são mártires, mártires do quotidiano. E depois há também tantas pessoas, cristãos e não cristãos, que perdem a própria vida pela verdade. E Cristo disse eu sou a verdade’, portanto quem serve a verdade serve a Cristo. E a tal propósito citou o exemplo de São João Batista, cuja festa do seu nascimento se celebra amanhã, 24 de junho: João consagrou-se todo ele a Deus e ao seu enviado, Jesus. Mas acabou por ser morto por causa da verdade, quando denunciou o adultério do rei Herodes e de Herodíades. E o Papa Francisco concluiu: Quantas pessoas pagam bem caro o seu compromisso com a verdade! Quantos homens preferem andar em contracorrente, para não renegar a voz da consciência, a voz da verdade.