Há 36 jornalistas que denunciaram violações de direitos humanos na Síria e foram detidos, torturados, estão desaparecidos ou mortos. a denúncia é da amnistia Internacional que lançou uma campanha de recolha de donativos para atuar neste caso
Há 36 jornalistas que denunciaram violações de direitos humanos na Síria e foram detidos, torturados, estão desaparecidos ou mortos. a denúncia é da amnistia Internacional que lançou uma campanha de recolha de donativos para atuar neste caso Esta é a principal conclusão de um relatório de investigação da amnistia Internacional – Shooting the Messenger (que se pode traduzir como o mensageiro como alvo) – que está a chamar a atenção mundial para os casos de jornalistas agredidos ou presos pelas forças do governo e da oposição desde que se iniciou o levantamento contra o regime na Síria. Segundo relata esta organização de defesa dos direitos humanos, como parte da repressão de vozes críticas pelo governo sírio, o jornalista premiado Mazen Darwish e dois dos seus colegas enfrentam atualmente um julgamento por acusações de terrorismo, aparentemente destinados a punir as suas legítimas e pacíficas atividades relacionadas com a liberdade de expressão. Diz a amnistia que o governo de Damasco deteve os três homens há mais de um ano e manteve-os incomunicáveis durante meses. Na prisão, há relatos de quem foram submetidos a tortura e outros maus tratos.