Exército sírio Livre quer mí­sseis antiaéreos e uma zona de exclusão aérea, alegando que é a única forma de proteger as zonas civis de uma catástrofe humanitária
Exército sírio Livre quer mí­sseis antiaéreos e uma zona de exclusão aérea, alegando que é a única forma de proteger as zonas civis de uma catástrofe humanitária a poucas horas do início da reunião no Qatar dos 11 países que apoiam a oposição síria, os líderes do Exército Sírio Livre (ESL), principal força da rebelião, lançaram um apelo para que lhes forneçam armas pesadas, dizendo que sem este equipamento será mais difícil evitar uma desgraça humanitária. Precisamos de mísseis terra-ar de curto alcance, de mísseis anti-tanques, de morteiros, de munições, de coletes à prova de balas e de máscaras de gás, para proteger as zonas civis, afirmou à agência France Presse o porta-voz do ESL, Louai Mokdad. as tropas fiéis a Bashar al-assad têm intensificado as operações nas últimas semanas, com o auxílio do Hezbollah libanês. Temendo uma propagação do conflito ao seu país, o presidente libanês, Michel Sleimane, pela primeira vez, exortou o Hezbollah xiita, grande aliado do regime sírio, a por fim a sua participação nos combates, crucial nas recentes conquistas do Exército sírio. Os rebeldes há muito que pedem que lhes forneçam armas, mas os países ocidentais têm recusado, com receio que o equipamento caia em mãos erradas. Mokdad afiançou que o seu grupo se compromete a evitar que essas armas caiam nas mãos de grupos fora de controle ou extremistas.