a comunidade portuguesa em Moçambique assinalou o Dia de Portugal com uma mostra de promoção e divulgação das iniciativas sociais, gastronomia e música. Os Missionários da Consolata também estiveram presentes
a comunidade portuguesa em Moçambique assinalou o Dia de Portugal com uma mostra de promoção e divulgação das iniciativas sociais, gastronomia e música. Os Missionários da Consolata também estiveram presentes O Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas continua a ser uma data relevante para a comunidade lusa que vive em Moçambique. Para assinalar a efeméride, o consulado português antecipou os festejos para domingo, 9 de junho, dia de descanso laboral, e promoveu um encontro que serviu para promover o convívio, proporcionar contactos de negócio, e divulgar as iniciativas sociais, a gastronomia e a música. Este ano, os Missionários da Consolata foram convidados a estar presentes e a fazer-se representar de modo a divulgar as suas obras, iniciativas e dar-se a conhecer. a ideia era e é criar laços, trocar experiências, fomentar um ciclo virtuoso em que as necessidades de uns e a vontade de todos permitam ajudar a construir um Moçambique melhor e socialmente mais responsável. Um missionário e uma leiga voluntária representaram a Consolata, conversando com quem passava e mostrando alguns produtos, fruto do trabalho das missões. Dos Cristos e esculturas de Maúa, provenientes do Centro de arte Macua, aos trabalhos em côco, manufaturados pelos reclusos da cadeia civil de Maputo; do artesanato em capulana feito pelas mulheres do Guiúa, ao sal das salinas de Mambone, tudo se promoveu e vendeu, demonstrando o interesse e o reconhecimento das atividades promovidas pelos missionários em comunhão com as comunidades locais. Em tempos de crise, a criatividade é um recurso incontornável e o espírito de iniciativa uma ferramenta essencial às missões. Este ano a grande aposta é a modernização da salina de Mambone, um projeto que se vem revelando cada vez mais sustentável. a salina, que já tem uma história de 50 anos, a sul do Save, procura agora dinamizar-se e distribuir os seus produtos de qualidade por todo o país. Em Maputo, o produto tem tido um acolhimento favorável, confirmando ser este um bom caminho. Um caminho que fazemos com as populações, que formamos, alfabetizamos e empregamos. Um caminho que fazemos com os nossos clientes que nos estimulam a produzir mais e melhor, e agora também, um caminho que fazemos com a comunidade portuguesa, que acolhe com simpatia este sal produzido em Moçambique, que tempera melhor, por ser solidário.