a responsável do gabinete das Nações Unidas para os Direitos Humanos está a seguir de perto o caso de 43 trabalhadores de organizações não governamentais no Egito, que foram condenados, a maioria deles à revelia, pela justiça local
a responsável do gabinete das Nações Unidas para os Direitos Humanos está a seguir de perto o caso de 43 trabalhadores de organizações não governamentais no Egito, que foram condenados, a maioria deles à revelia, pela justiça local a alta comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, está muito preocupada com este veredito. Entendemos que é apelativo [ter estes] réus e vamos continuar a acompanhar de perto o caso, sublinhou o porta-voz do gabinete do alto Comissariado para os Direitos Humanos (OHCHR, na sigla inglesa), Rupert Colville. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse quinta-feira, 6 de junho, em comunicado, que a condenação e a sentença destes funcionários locais e estrangeiros de organizações não governamentais (ONG) são um sinal de um ambiente cada vez mais restritivo para a sociedade civil no país. O Tribunal Penal do Cairo sentenciou 43 trabalhadores de quatro ONG, no dia 4 de junho, com base num artigo do Código Penal que remonta aos dias do ex-presidente Hosni Mubarak, deposto há dois anos, na sequência de protestos semelhantes aos observados em outros partes do Médio Oriente e do Norte da África, como parte da chamada Primavera Árabe.